Ja tá
Para mim, votar, é sempre um passeio nostálgico.
Vou sempre a pé, ao contrário do que faço durante o resto dos dias do ano, e é bonito ver o pessoal de todas as gerações a exercer o seu direito de voto.
Encontro sempre pessoas conhecidas, tipo antigos colegas, professores... e desta vez foram 2 colegas do ciclo preparatorio.
Uma quase que teve que gritar para eu a ouvir (o ipod n perdoa) e gostei de a ver.
A outra tava na mesa onde entregam o papelito pa votar, e tal...e foi giro re-encontrá-la nestas circunstâncias!O resto do staff da mesa de voto é que deve ter ficado um bocado...wow, tal foi a festa que fizemos visto não nos vermos ha tantos anos :)
Ontem vi um Toda a verdade "muito fixe".Tinha como tema "Quando a anestesia falha". Nesse documentário, os anestesistas falavam do quão falível pode ser o processo anestésico, que com os mesmos "ingredientes" (terapeuticas inaladas, terapeuticas ev) o resultado anestesico podia ser completamente diferente consoante o anestesista que "cozinhava" a anestesia.
Mas o "forte" do documentário falava de uma pequena percentagem de doentes que experimentaram ser submetidos a uma cirurgia estando conscientes (os gases inalados não foram fortes o suficiente para "adormecer"), mas não se conseguiam manifestar (o efeito dos fortes relaxantes musculares ev não os deixava abrir os olhos, mexer o braço,de forma a avisarem o staff que estavam(e bem)conscientes).
Estas experiências não eram só dolorosas (as pessoas sentiam os cortes, as queimaduras do bisturi electrico, cheiravam o cheiro resultante das queimaduras do bisturi electrico (uma das senhoras dizia que tinha pesadelos com esse cheiro)...etc) como tinha efeitos desastrosos a longo prazo...(uma especie de stress pos traumatico grave).
Felizmente muitas vezes o efeito amnésico destas drogas fazia milagres, e começam a aparecer métodos para controlar este problema, como por exemplo garrotar o antebraço do doente de forma a que os relaxantes musculares não "chegassem la", e assim o doente possa alertar a equipa que não está propriamente confortável.Ainda assim...medo.
PS: Desculpa Cátia... ;)
Vou sempre a pé, ao contrário do que faço durante o resto dos dias do ano, e é bonito ver o pessoal de todas as gerações a exercer o seu direito de voto.
Encontro sempre pessoas conhecidas, tipo antigos colegas, professores... e desta vez foram 2 colegas do ciclo preparatorio.
Uma quase que teve que gritar para eu a ouvir (o ipod n perdoa) e gostei de a ver.
A outra tava na mesa onde entregam o papelito pa votar, e tal...e foi giro re-encontrá-la nestas circunstâncias!O resto do staff da mesa de voto é que deve ter ficado um bocado...wow, tal foi a festa que fizemos visto não nos vermos ha tantos anos :)
Ontem vi um Toda a verdade "muito fixe".Tinha como tema "Quando a anestesia falha". Nesse documentário, os anestesistas falavam do quão falível pode ser o processo anestésico, que com os mesmos "ingredientes" (terapeuticas inaladas, terapeuticas ev) o resultado anestesico podia ser completamente diferente consoante o anestesista que "cozinhava" a anestesia.
Mas o "forte" do documentário falava de uma pequena percentagem de doentes que experimentaram ser submetidos a uma cirurgia estando conscientes (os gases inalados não foram fortes o suficiente para "adormecer"), mas não se conseguiam manifestar (o efeito dos fortes relaxantes musculares ev não os deixava abrir os olhos, mexer o braço,de forma a avisarem o staff que estavam(e bem)conscientes).
Estas experiências não eram só dolorosas (as pessoas sentiam os cortes, as queimaduras do bisturi electrico, cheiravam o cheiro resultante das queimaduras do bisturi electrico (uma das senhoras dizia que tinha pesadelos com esse cheiro)...etc) como tinha efeitos desastrosos a longo prazo...(uma especie de stress pos traumatico grave).
Felizmente muitas vezes o efeito amnésico destas drogas fazia milagres, e começam a aparecer métodos para controlar este problema, como por exemplo garrotar o antebraço do doente de forma a que os relaxantes musculares não "chegassem la", e assim o doente possa alertar a equipa que não está propriamente confortável.Ainda assim...medo.
PS: Desculpa Cátia... ;)
ó man, bota ai o link pó meu blog pá! ai! e olha, temos de combinar para te entregar a consola pa...a xbox e os dvd's!
tb votei aqui na escola em frente, desta vez o homem da urna n disse em vos alta "VAI VOTAR O ELEITOR BLABLABLA" como fez nas eleições autarquicas! lol
abraços
Posted by
Pedro Oliveira |
24 janeiro, 2006 11:26
Votar é algo de muito importante! Ainda bem que não vivemos no tempo da ditadura, em que as supostas eleições eram tudo menos transparentes. Hoje tudo é claro! Sobre o que viste na tv é simplesmente aterrador!! E no sábado vamos lá ver quem será o mais forte! ;)
Um abraço!
Posted by
Nuno Costa |
24 janeiro, 2006 11:38